Estou sujeita à mim mesma...
Se quero recomeçar e a estrada é densa,
melhor arregaçar as mangas,
abater a indiferença...
Estou sujeita às minhas inseguranças...
Se há o que definir,
se é preciso retroceder
se ainda há o que me dizer,
devo me permitir...
Estou sujeita às minhas derrotas...
Cara a cara com a vencedora ,
reconhecer-me perdedora,
entregar a minha espada
sem sequer culpar a vida.
Estou sujeita aos meus demônios...
Conviver ou enfrentá-los,
revestir e transformá-los...
Refazer meu santuário...
Estou sujeita aos meus gritos...
Ensurdecer minhas queixas,
Impor minha solidez,
ou me calar de vez...
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