Responde ao vento
o quanto és feliz...
Deixa que ele te leve... te sinta...
Que faça curvas derrapantes
nos teus seios...
Que se espalhe pelos teus anseios...
Que desafie a ingremia
dos teus ombros...
Que se refugie no bosque
dos teus cabelos...
Que insule os teus pelos...
Que convide a chuva
à insuetude desta beleza fêmea,
poética e intocável.
Quando não constar qualquer
observação
sobre a autoria das imagens base
usadas nesse site,
considere-se que foram capturadas na
Internet,
sendo portanto de uso sem restrições.